domingo, 15 de junho de 2008

SOMOS TODOS ESPECIAIS, SEMPRE...

Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas, segurando uma nota de R$ 100,00.
Ele perguntou: "Quem quer esta nota de R$ 100,00?
" Todos ergueram a mão. Então, ele disse: "Darei esta nota a um de vocês.
Mas primeiro, deixem me fazer isto
!" Aí, ele amassou a nota. E perguntou, outra vez: "Quem ainda quer esta nota?"
As mãos continuaram erguidas. "Bom - ele disse - e se eu fizer isto?" E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e a esfregá-la.
Depois, pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou: "E agora?
Quem ainda quer esta nota?" Todas as mãos continuaram erguidas.
O palestrante virou para a platéia e disse que tinha ensinado uma lição: "Não importa o que eu faça com o dinheiro.
Vocês ainda irão querer esta nota, porque ela não perde o valor.
Essa situação também acontece com a gente.
Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados, e ficamos nos sentindo sem importância.
Mas, não importa...
jamais perderemos nosso valor perante o universo.
Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos.
O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou que sabemos, mas pelo que somos!
Somos especiais...
você é especial!
Jamais se esqueça disso!"

O VENDEDOR DE SAPATOS

Conta-se que, certa vez, uma empresa de calçados resolveu enviar dois de seus vendedores para a Índia no intuito de realizarem um levantamento sobre a possibilidade de expandirem seus negócios por aquelas paragens... 

Lá chegando e após sondar o cenário local, um dos vendedores imediatamente enviou um e-mail para a empresa, dizendo:
- Senhores fornecedores, cancelem o envio de sapatos, pois aqui na Índia ninguém usa sapatos...

 O segundo vendedor, sem saber do teor da mensagem de seu colega, também enviou um e-mail informando a situação encontrada, dizendo: 

- Senhores fornecedores, tripliquem o envio de sapatos, pois aqui na Índia ninguém usa sapatos, ainda...

Reflexão: A mesma situação que para um era motivo de crise, para o outro era uma excelente oportunidade de crescimento...

Autor desconhecido

A ROUPA NÃO FAZ O HOMEM

Mahatma Gandhi provou que "a roupa não faz o homem".

 Ele só usava uma tanga, a fim de se identificar com as massas simples da Índia. 

Certa vez, ele chegou assim vestido, numa festa dada pelo governador inglês. 

Os criados não o deixaram entrar.

 Ele voltou para casa e enviou um pacote ao governador, por um mensageiro.

 Dentro continha um terno.
 O governador ligou para a casa dele e perguntou-lhe o significado do embrulho.

O grande homem respondeu: 

"Fui convidado para a sua festa, mas não me permitiram entrar por causa da minha roupa. 

Se é a roupa que vale, eu lhe enviei o meu terno."

Conto chinês

O SÁBIO E O PASSÁRINHO

Conta-se que certa feita um jovem maldoso e inconseqüente resolveu pregar uma peça em idoso e experiente mestre, famoso por sua sabedoria.

- Quero ver se esse velho é realmente sábio, como dizem - pensou.

- Vou esconder um passarinho em minhas mãos.

Depois, em presença de seus discípulos, vou perguntar-lhe se está vivo ou morto.

Se ele disser que está vivo, eu o esmagarei e o apresentarei morto.

Se ele falar que está morto eu abrirei a mão e o pássaro voará.

Realmente, uma armadilha infalível, como só a maldade pode conceber.

Aos olhos de quem presenciasse o encontro, qualquer que fosse a sua resposta, o sábio estaria incorrendo em erro.

E lá se foi o jovem mal-intencionado com sua armadilha perfeita.

Diante do ancião acompanhado dos aprendizes, fez a pergunta fatal:

- Mestre, este passarinho que tenho preso em minhas mãos, está vivo ou morto?

O sábio olhou bem fundo em seus olhos, como se examinasse os recônditos de sua alma, e respondeu:

- Meu filho, o destino desse pássaro está em suas mãos.


Reflexão: Esta história pode ser sugestivo exemplo da maldade humana, que não vacila em esmagar inocentes para conseguir seus objetivos. Será, também, uma demonstração das excelências da sabedoria, a sobrepor-se aos ardis da desonestidade. Mas é, sobretudo, uma ilustração perfeita sobre o destino humano, tão mal definido pelos religiosos em geral. Consideram muitos que tudo acontece pela vontade de Deus, mesmo a doença, a miséria, a ignorância, o infortúnio... Essa é a mais flagrante injustiça que cometemos contra o Criador, o pai de infinito amor e bondade revelado por Jesus A vida é dádiva divina, mas a qualidade de vida será sempre fruto das ações humanas. Segundo os textos bíblicos, fomos criados à imagem e semelhança de Deus. Filhos de Deus, o que caracteriza nossa condição é o poder criador que exercitamos com o recurso dessa alavanca poderosa que se chama vontade. Exercitando a vontade temos o poder de moldar nosso destino e de influenciar sobre o destino daqueles que nos rodeiam. Há os que não vacilam em esmagar a vida para alcançar seus objetivos, envolvendo-se com a ambição e a usura, a agressividade e a violência, a mentira e a desonestidade, o vício e o crime. E há os que libertam a vida, estimulando-a a ganhar as alturas, mãos abertas para a solidariedade. Entre essas duas minorias, que se situam nos extremos, temos a maioria que não é má, mas não assume compromisso com o bem. Por isso, o mal no mundo está muito mais relacionado com a omissão silenciosa dos que se acreditam bons, mas não desenvolvem nenhum esforço para evitar que os maus façam barulho... Poderíamos acrescentar que a omissão dos bons favorece ainda que as pessoas se envolvam com o mal, por que ninguém as ajuda, nem ampara, nem orienta, nem as atende em suas carências e necessidades.

A LENDA DO AMOR!

Era uma vez, o amor... morava numa casa repleta de estrêlas e enfeitada de sol. 

Luz não havia na casa do amor, afinal, a luz era o próprio amor.

E uma vez o amor queria uma casa mais linda para si. Então fez a Terra, e na Terra fez a carne, e na carne soprou a vida e na vida imprimiu a imagem de sua semelhança.

E chamou a vida de homem. 

E, dentro do peito do homem, o amor construiu sua casa, pequenina, mas palpitante, inquieta e insatisfeita como o próprio amor. 

E o amor foi morar no coração do homem.

E coube todinha lá dentro porque o coração do homem foi feito do infinito. 

Uma vez... o homem ficou com inveja do amor.

Queria para si a casa do amor, só para si. 

Queria a felicidade do amor, como se o amor pudesse viver só. 

Então o amor foi-se embora do coração do homem.

O homem começou a encher seu coração, encheu-o com todas as riquezas da Terra e ainda ficou vazio (ele sempre tinha fome). 

E continuava com o coração vazio. 

E uma vez... resolveu repartir seu coração com as criaturas da Terra.

O amor soube... vestiu-se de carne e veio também receber o coração do homem. 

Mas o homem reconheceu o amor e o pregou numa cruz. E continuou a derramar suor para ganhar a comida. 

O amor teve uma idéia: vestiu-se de comida, se disfarçou de pão e ficou quietinho...

Quando o homem ingeriu a comida o amor voltou à sua casa, no coração do homem. 

E o coração do homem se encheu de plenitude.

Autor desconhecido....