sexta-feira, 22 de novembro de 2013

O VELHO POTE RACHADO

Um carregador de água, na Índia, levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do Senhor para quem o carregador trabalhava. O pote rachado sempre chegava com água apenas pela metade. 
   
       Foi assim por dois anos. Diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu Senhor. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição. Sentia-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que lhe havia sido designado fazer.

      Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote rachado, um dia, falou para o carregador à beira do poço: — Estou envergonhado. Quero lhe pedir desculpas.
  
      — Por que? — perguntou o homem. — De que você está envergonhado?
   
      — Nesses dois anos — disse o pote — eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho que leva à casa de seu Senhor. Por causa do meu defeito você não ganha o salário completo dos seus esforços.
   
      O carregador ficou triste pela situação do velho pote, e, com compaixão, falou: 
— Quando retornarmos à casa do meu Senhor, quero que observes as flores ao longo do caminho.
   
      De fato. À medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou muitas e belas flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas, no fim da estrada, o velho pote ainda se sentia mal, porque, mais uma vez, tinha vazado a metade da água, e, de novo, pediu desculpas ao carregador por sua falha.
   
      O carregador, então, disse ao pote: — Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho? Notou ainda que a cada dia, enquanto voltávamos do poço, você as regava? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu Senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.

O LENHADOR E A RAPOSA

                Um lenhador acordava todos os dias às 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bichano de estimação e de sua total confiança. Todos os dias, o lenhador — que era viúvo — ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
   
     Sistematicamente, os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um animal selvagem, e, portanto, não era confiável. Quando sentisse fome comeria a criança. O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam:Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome vai devorar seu filho!
   
      Um dia, o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou à casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com a boca totalmente ensangüentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, deu uma machadada na cabeça da raposa. A raposinha morreu instantaneamente. 
   
     Desesperado, entrou correndo no quarto. Encontrou seu filho no berço, dormindo tranqüilamente, e, ao lado do berço, uma enorme cobra morta.

O MONGE MORDIDO

         Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora do rio o escorpião o picou. Devido à dor, o monje deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, pegou um ramo de árvore, voltou outra vez a correr pela margem, entrou no rio, resgatou o escorpião e o salvou. Em seguida, juntou-se aos seus discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.
     — Mestre, o Senhor deve estar muito doente! Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda: picou a mão que o salvava! Não merecia sua compaixão!
     O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu: — Ele agiu conforme sua natureza e eu de acordo com a minha.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

BONECAS

Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.

Eles tinham compartilhado tudo um com o outro.

Eles tinham conversado sobre tudo.

Eles não tinham segredo entre eles afora uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.

Assim por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato.

Mas um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria.

Visto isso o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher.

Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa.

Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares.

Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou;

- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada.

E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.

O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa.

Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'

- Querida!!! - ele falou
 - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?

- Ah!!! - ela disse
- Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.

PRECE



Senhor, dai-me sabedoria para entender meu marido,

amor para perdoá-lo e paciência para aturá-lo, Senhor, porque se eu pedir força, eu bato nele até matar, eu não sei fazer crochê...Amém!

TERREMOTOS

Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755),

o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer.

Ele respondeu ao Rei:

'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'.

Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.

Muitas vezes temos em nossa vida 'terremotos' avassaladores, o que fazer?

Exatamente o que disse o General:

"Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos".

E o que isso quer dizer para a nossa vida?

Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado.

É preciso 'sepultar' o passado. Colocá-lo debaixo da terra.

Isso significa 'esquecer' o passado. Enterrar os mortos.

Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado,

em seguida temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo.

Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe.

Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.

Fechar os portos significa não deixar as 'portas' abertas para que novos

problemas possam surgir ou 'vir de fora' enquanto estamos

cuidando e salvando o que restou do terremoto de nossa vida.

Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.

É assim que a história nos ensina.

Por isso a história é 'a mestra da vida'.

Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça:

Enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.

autor desconhecido

VIVER DESPENTEADA

Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie,

por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade...

O mundo é louco, definitivamente louco...

O que é gostoso, engorda. O que é lindo, custa caro.

O sol que ilumina o teu rosto enruga.

E o que é realmente bom dessa vida, despenteia...

- Fazer amor, despenteia.

- Rir às gargalhadas, despenteia.

- Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.

- Tirar a roupa, despenteia.

- Beijar à pessoa amada, despenteia.

- Brincar, despenteia.

- Cantar até ficar sem ar, despenteia.

- Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essa noite,

deixa seu cabelo irreconhecível...



Então, como sempre, cada vez que nos vejamos

eu vou estar com o cabelo bagunçado...

mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.



É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher que decide ir no

primeiro carrinho da montanha russa, que aquela que decide não subir.



Pode ser que me sinta tentada a ser uma mulher impecável,

toda arrumada por dentro e por fora.

O aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença:

Arrume o cabelo, coloque, tire, compre, corra, emagreça,

coma coisas saudáveis, caminhe direito, fique séria...

e talvez deveria seguir as instruções, mas

quando vão me dar a ordem de ser feliz?

Por acaso não se dão conta que para ficar bonita

eu tenho que me sentir bonita...

¡A pessoa mais bonita que posso ser!



O único, o que realmente importa é que ao me olhar no espelho, veja a mulher que devo ser.

Por isso, minha recomendação a todas as mulheres:



Entregue-se, Coma coisas gostosas, Beije, Abrace,

dance, apaixone-se, relaxe, Viaje, pule, durma tarde, acorde cedo, Corra, Voe, Cante,

arrume-se para ficar linda, arrume-se para ficar confortável!

Admire a paisagem, aproveite,

e acima de tudo, deixa a vida te despentear!!!!



O pior que pode passar é que, rindo frente ao espelho, você precise se pentear de novo...

Recados para Orkut






SAPATOS

Uma indústria de calçados desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia.
Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da industria:
'Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia.
Aqui ninguém usa sapatos.'
Sem saber desse fax, o segundo consultor mandou o seu:
'Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia.
Aqui ninguém usa sapatos, ainda.'
MORAL DA HISTÓRIA:

 A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro.

Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.

A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase: 'OS TRISTES ACHAM QUE O VENTO GEME, OS ALEGRES ACHAM QUE ELE CANTA'.

O mundo funciona como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.

A maneira como você encara a vida faz TODA a diferença.

Autor desconhecido

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

O FURO NO BARCO

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.


Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo.Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.

No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque.
O pintor ficou surpreso: O senhor já me pagou pela pintura do barco! - disse ele. Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco. Ah!, mas foi um serviço tão pequeno... Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
Meu caro amigo, você não compreende. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria.
Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos.
Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua "pequena" boa ação.
Não importa para quem, quando ou de que maneira, mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os "vazamentos" que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.

O CARACOL INVEJOSO

O caracolzinho sentia-se muito infeliz.

Via que quase todos os animais eram mais ágeis do que ele.

Uns brincavam, outros saltavam.

E ele aborrecia-se debaixo do peso de sua carapaça! - Vê-se que meu destino é ir devagarinho, sofrendo todos os males! dizia ele, bastante frustrado. Seus amigos e familiares tentavam consolá-lo, mas nada conseguiam.

- Caracolino, pense que, se a Natureza lhe deu essa carapaça, para alguma coisa foi, disse-lhe a tartaruga, que se encontrava em situação semelhante à dele. - Sim, claro, para alguma coisa será! Pode explicar-me a razão? perguntava Caracolino, ainda mais chateado por receber tantos conselhos. 

Caracolino tornou-se tão insuportável por suas reclamações, que todos o abandonaram.

E ele continuava com sua carapaça às costas, cada vez mais pesada para o seu gosto. Um dia, desabou uma tempestade.

Choveu durante muitos dias.

Parecia um dilúvio!

As águas subiram, inundando tudo.

Muitos dos animaizinhos que ele invejara, encontravam-se agora em grandes dificuldades. Caracolino, porém, encontrou um refúgio seguro.

Dentro de sua carapaça estava totalmente protegido! Desde então, compreendeu a utilidade de sua lenta e pesada carapaça.

Deixou de protestar, tornando-se um animalzinho simpático e querido por todos.

autor desconhecido

terça-feira, 8 de julho de 2008

O TIJOLO

" Um jovem e bem sucedido executivo dirigia,
em alta velocidade sua nova Ferrari.
De repente um tijolo espatifou-se naporta lateral da Ferrari!
Freou bruscamente e deu ré até o lugar de ondeteria vindo o tijolo.
Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança,
empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou:
- Por que isso?Quem é você?
Que besteira você pensa que está fazendo?
Este é um carro novo e caro.
Aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro.
Por que você fez isto?
- Por favor senhor me desculpe,
eu não sabia mais o que fazer!
Implorou o pequeno menino.
- Ninguém estava disposto a parar e me atender neste local.
Lágrimas corriam do rosto do garoto,
enquantoapontava na direção dos carros estacionados
.- É meu irmão.
Ele desceu sem freio e caiu de suacadeira de rodas e não consigo levantá-lo.
Soluçando, o menino perguntou ao executivo:
- O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em suacadeira de rodas?
Ele está machucado e é muito pesado para mim.
Movido internamente muito além das palavras,
o jovem motorista engolindo "um imenso nó" dirigiu-se aojovenzinho,
colocando-o em sua cadeira de rodas.
Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões,
verificandose tudo estava bem.
- Obrigado e que Deus possa abençoá-lo,agradeceu a criança.
O homem viu então o menino se distanciar
...empurrandoo irmão em direção à casa.
Foi um longo caminho até a Ferrari....
um longo e lento caminho de volta.
Ele nunca consertou a porta amassada.
Deixou assim para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida,
sem que alguém precisasse atirar um tijolo para obter a sua atenção.
"Deus sussura em nossas almas e fala aos nossos corações.
Algumas vezes, quando não temos tempo de ouvir,
ELE tem de jogar um TIJOLO em nós"

domingo, 15 de junho de 2008

SOMOS TODOS ESPECIAIS, SEMPRE...

Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas, segurando uma nota de R$ 100,00.
Ele perguntou: "Quem quer esta nota de R$ 100,00?
" Todos ergueram a mão. Então, ele disse: "Darei esta nota a um de vocês.
Mas primeiro, deixem me fazer isto
!" Aí, ele amassou a nota. E perguntou, outra vez: "Quem ainda quer esta nota?"
As mãos continuaram erguidas. "Bom - ele disse - e se eu fizer isto?" E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e a esfregá-la.
Depois, pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou: "E agora?
Quem ainda quer esta nota?" Todas as mãos continuaram erguidas.
O palestrante virou para a platéia e disse que tinha ensinado uma lição: "Não importa o que eu faça com o dinheiro.
Vocês ainda irão querer esta nota, porque ela não perde o valor.
Essa situação também acontece com a gente.
Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados, e ficamos nos sentindo sem importância.
Mas, não importa...
jamais perderemos nosso valor perante o universo.
Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos.
O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou que sabemos, mas pelo que somos!
Somos especiais...
você é especial!
Jamais se esqueça disso!"

O VENDEDOR DE SAPATOS

Conta-se que, certa vez, uma empresa de calçados resolveu enviar dois de seus vendedores para a Índia no intuito de realizarem um levantamento sobre a possibilidade de expandirem seus negócios por aquelas paragens... 

Lá chegando e após sondar o cenário local, um dos vendedores imediatamente enviou um e-mail para a empresa, dizendo:
- Senhores fornecedores, cancelem o envio de sapatos, pois aqui na Índia ninguém usa sapatos...

 O segundo vendedor, sem saber do teor da mensagem de seu colega, também enviou um e-mail informando a situação encontrada, dizendo: 

- Senhores fornecedores, tripliquem o envio de sapatos, pois aqui na Índia ninguém usa sapatos, ainda...

Reflexão: A mesma situação que para um era motivo de crise, para o outro era uma excelente oportunidade de crescimento...

Autor desconhecido

A ROUPA NÃO FAZ O HOMEM

Mahatma Gandhi provou que "a roupa não faz o homem".

 Ele só usava uma tanga, a fim de se identificar com as massas simples da Índia. 

Certa vez, ele chegou assim vestido, numa festa dada pelo governador inglês. 

Os criados não o deixaram entrar.

 Ele voltou para casa e enviou um pacote ao governador, por um mensageiro.

 Dentro continha um terno.
 O governador ligou para a casa dele e perguntou-lhe o significado do embrulho.

O grande homem respondeu: 

"Fui convidado para a sua festa, mas não me permitiram entrar por causa da minha roupa. 

Se é a roupa que vale, eu lhe enviei o meu terno."

Conto chinês

O SÁBIO E O PASSÁRINHO

Conta-se que certa feita um jovem maldoso e inconseqüente resolveu pregar uma peça em idoso e experiente mestre, famoso por sua sabedoria.

- Quero ver se esse velho é realmente sábio, como dizem - pensou.

- Vou esconder um passarinho em minhas mãos.

Depois, em presença de seus discípulos, vou perguntar-lhe se está vivo ou morto.

Se ele disser que está vivo, eu o esmagarei e o apresentarei morto.

Se ele falar que está morto eu abrirei a mão e o pássaro voará.

Realmente, uma armadilha infalível, como só a maldade pode conceber.

Aos olhos de quem presenciasse o encontro, qualquer que fosse a sua resposta, o sábio estaria incorrendo em erro.

E lá se foi o jovem mal-intencionado com sua armadilha perfeita.

Diante do ancião acompanhado dos aprendizes, fez a pergunta fatal:

- Mestre, este passarinho que tenho preso em minhas mãos, está vivo ou morto?

O sábio olhou bem fundo em seus olhos, como se examinasse os recônditos de sua alma, e respondeu:

- Meu filho, o destino desse pássaro está em suas mãos.


Reflexão: Esta história pode ser sugestivo exemplo da maldade humana, que não vacila em esmagar inocentes para conseguir seus objetivos. Será, também, uma demonstração das excelências da sabedoria, a sobrepor-se aos ardis da desonestidade. Mas é, sobretudo, uma ilustração perfeita sobre o destino humano, tão mal definido pelos religiosos em geral. Consideram muitos que tudo acontece pela vontade de Deus, mesmo a doença, a miséria, a ignorância, o infortúnio... Essa é a mais flagrante injustiça que cometemos contra o Criador, o pai de infinito amor e bondade revelado por Jesus A vida é dádiva divina, mas a qualidade de vida será sempre fruto das ações humanas. Segundo os textos bíblicos, fomos criados à imagem e semelhança de Deus. Filhos de Deus, o que caracteriza nossa condição é o poder criador que exercitamos com o recurso dessa alavanca poderosa que se chama vontade. Exercitando a vontade temos o poder de moldar nosso destino e de influenciar sobre o destino daqueles que nos rodeiam. Há os que não vacilam em esmagar a vida para alcançar seus objetivos, envolvendo-se com a ambição e a usura, a agressividade e a violência, a mentira e a desonestidade, o vício e o crime. E há os que libertam a vida, estimulando-a a ganhar as alturas, mãos abertas para a solidariedade. Entre essas duas minorias, que se situam nos extremos, temos a maioria que não é má, mas não assume compromisso com o bem. Por isso, o mal no mundo está muito mais relacionado com a omissão silenciosa dos que se acreditam bons, mas não desenvolvem nenhum esforço para evitar que os maus façam barulho... Poderíamos acrescentar que a omissão dos bons favorece ainda que as pessoas se envolvam com o mal, por que ninguém as ajuda, nem ampara, nem orienta, nem as atende em suas carências e necessidades.

A LENDA DO AMOR!

Era uma vez, o amor... morava numa casa repleta de estrêlas e enfeitada de sol. 

Luz não havia na casa do amor, afinal, a luz era o próprio amor.

E uma vez o amor queria uma casa mais linda para si. Então fez a Terra, e na Terra fez a carne, e na carne soprou a vida e na vida imprimiu a imagem de sua semelhança.

E chamou a vida de homem. 

E, dentro do peito do homem, o amor construiu sua casa, pequenina, mas palpitante, inquieta e insatisfeita como o próprio amor. 

E o amor foi morar no coração do homem.

E coube todinha lá dentro porque o coração do homem foi feito do infinito. 

Uma vez... o homem ficou com inveja do amor.

Queria para si a casa do amor, só para si. 

Queria a felicidade do amor, como se o amor pudesse viver só. 

Então o amor foi-se embora do coração do homem.

O homem começou a encher seu coração, encheu-o com todas as riquezas da Terra e ainda ficou vazio (ele sempre tinha fome). 

E continuava com o coração vazio. 

E uma vez... resolveu repartir seu coração com as criaturas da Terra.

O amor soube... vestiu-se de carne e veio também receber o coração do homem. 

Mas o homem reconheceu o amor e o pregou numa cruz. E continuou a derramar suor para ganhar a comida. 

O amor teve uma idéia: vestiu-se de comida, se disfarçou de pão e ficou quietinho...

Quando o homem ingeriu a comida o amor voltou à sua casa, no coração do homem. 

E o coração do homem se encheu de plenitude.

Autor desconhecido....

AS BATALHAS DA VIDA

AS BATALHAS DA VIDA Às vezes, a vida nos ensina em silêncio. Não é durante as grandes conquistas ou nos dias em que tudo parece perfeito...