sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

O RELÓGIO DO CARPINTEIRO

Em uma pequena vila nas montanhas, vivia um velho carpinteiro chamado Elias, Ele era conhecido por sua paciência e sabedoria, e por construir relógios de madeira que pareciam ter alma. Certa manhã, um jovem foi até sua oficina, aflito e cansado. Mestre Elias - disse ele -, sinto que minha vida está parada. Rezo, trabalho, mas nada muda parece não andar pra mim. Elias, sem dizer palavra, colocou sobre a mesa dois relógios de madeira: um novo, reluzente; out com o ponteiro quase parado. Escolha um - disse o carpinteiro. O jovem escolheu o novo, claro. Elias então deu corda ao relógio velho e o colocou ao lado do novo. O velho tazia lic-tac.. tic-tac... lentamente, enquanto o novo vibrava com pressa. O carpinteiro explicou : - O relógio novo quer correr com o tempo. O velho aprendeu a andar no ritmo certo. Ele entende que o tempo não se mede apenas em segundos, mas em propósitos. O jovem ficou em silêncio. Elias então completou : Às vezes, Deus não nos dá pressa. Ele nos dá tempo. Tempo para crescer, para aprender, para confiar. O tempo de Deus nunca se atrasa, mesmo quando o nosso parece parar. > O jovem șsaiu dali com o coração leve. E, a partir daque.e dia, passou a caminhar mais devagar, com mais fé. Reflexão: Nem sempre o que parece demora é atraso muitas vezes, é Deus preparando o momento certo. ○ relógio de Deus nunca se adianta, nem se atrasa. Ele sempre marca a- hora perfeita.

quinta-feira, 19 de junho de 2025

A Fábula da Tartaruga é o Espelho dourado


Numa clareira escondida da floresta, uma tartaruga encontrou algo brilhante: um espelho antigo, com moldura dourada e reflexo reluzente.
Curiosa, se olhou e pensou:
— Sou tão simples… tão sem brilho.
E, pela primeira vez, desejou ser diferente.
Nos dias seguintes, evitava lagos e rios para não ver seu reflexo.
Passou a invejar os pássaros coloridos, o pelo dos felinos, até a pele brilhante das cobras.
Um corvo sábio, vendo sua tristeza, perguntou:
— Por que essa tristeza, tartaruga?
Ela respondeu:
— Porque não sou bonita. O espelho me mostrou.
O corvo riu:
— Espelhos mostram aparência. Não mostram força, paciência, nem o coração que carrega um lar nas costas.
Ele então virou o espelho para si:
— Olhe de novo. Mas com os olhos da alma.
E a tartaruga viu não só seu casco, mas tudo que já superou.
As pedras, os rios, as chuvas. E seguiu em frente… mais leve, mais firme, mais ela.

Moral da Fábula:
A beleza mais valiosa não reflete no espelho. Ela se revela na jornada.

Autor Desconhecido. 

domingo, 26 de janeiro de 2025

NÃO COMENTE SEUS SONHOS


Um menino perguntou ao pai pescador:
“Pai, posso contar às pessoas os meus objetivos e sonhos na vida?”

O pescador ficou em silêncio durante algum tempo, depois perguntou:
“Por que razão quer saber isso?”

O jovem respondeu:
« Bem, pai, tenho muitos grandes sonhos, sonhos realmente grandes! Quero ter impacto em todas as áreas da vida, na minha geração e em todos os aspetos da vida. No entanto, não sei se devo ou não dizer às pessoas sobre estes sonhos que tenho.”

O pescador sorriu e disse:
« Sabes que mais... vamos apanhar alguns peixes no rio. E depois continuaremos esta conversa, está bem? »

Nessa altura, o pescador e o seu filho pegaram nos apetrechos de pesca e foram pescar. No rio, colocam um isco no anzol e atiram a cana de pesca ao rio para apanhar um peixe.

 Poucas horas depois, já tinham pescado muito peixe e o cesto estava quase cheio. O pescador parou então, mostrou o cesto e disse ao filho:

« Vejam todos estes peixes no cesto. Foram apanhados no anzol e o seu destino é agora diferente do do rio. Estes peixes perderam tudo na vida: a família, os amigos e a casa. Infelizmente, terão de sofrer e ser mortos de formas horríveis. Alguns serão fritos, outros assados, outros grelhados, outros cozidos a vapor, etc. 

O menino pensou por um momento, depois abanou a cabeça e disse:
« Não sei, pai. Diga-me. » 

O pescador respirou fundo e assobiou:
« Bem, isso é porque não conseguiam fechar a boca. Dizem que um peixe com a boca fechada nunca fica preso no anzol. Nunca se torna uma vítima. » 

 Depois de dizer isto, o pescador deu um toque no ombro do filho, sorriu e continuou: 

“Filho, é isto que acontece na vida real.

Autor desconhecido 

Seja feliz!


"Se for pra esquentar, que seja no sol...
Se for pra enganar, que seja o estomago...
Se for pra chorar, que se chore de alegria.
 
Se for pra mentir, que seja a idade...
Se for pra roubar, que se roube um beijo...
Se for pra perder, que seja o medo...
 
Se for para cair, que seja na gandaia...
Se existir guerra, que seja de travesseiros...
Se existir fome, que seja de amor..."
 
Se for pra ser feliz... que seja o tempo todo!”

Mário Quintana

A cobra é a Galinha


A serpente picou a galinha, e a galinha com o veneno ardendo em seu corpo procurou abrigo em seu galinheiro. Mas as outras galinhas,  preferiram expulsá-la pro veneno não se espalhar.


A galinha, saiu mancando e chorando por causa da dor. Não pela dor da mordida, mas pela dor do abandono e do desprezo da própria família no momento em que mais precisou.

Assim ela foi embora.. ardendo de febre arrastando uma das perna sozinha vulnerável ao relento noites frias. A cada passada, uma lágrima derramada.

As galinhas no puleiro observaram-na se afastar, vendo-a desvanecer no horizonte. Algumas diziam entre si:

— Vai, nossa irmã… Vai morrer bem longe de nós…

E quando a galinha finalmente, desvaneceu na imensidão do Horizonte, uma certeza tomou conta do galinheiro:  ela havia falecido. Algumas chegaram até a olhar para o céu, esperando ver urubus voando.

O tempo passou.

Muito tempo depois, um beija-flor pousou no galinheiro, chamando a atenção de todas.

— A irmã de vocês está viva! — anunciou.

As galinhas arregalaram os olhos, surpresas.

— Ela está morando em uma caverna muito longe daqui. Conseguiu se recuperar, mas perdeu uma das pernas por causa da mordida da serpente. Agora, tem dificuldades de ciscar o chão e encontrar comida. Ela precisa da ajuda de vocês.

Houve um silêncio. Depois, começaram as desculpas:

— Eu não posso ir porque estou botando meus ovos…
— Eu não posso ir porque estou indo procurar milho…
— Eu não posso ir porque tenho que cuidar dos meus pintinhos…

E assim, uma a uma, todas recusaram. O beija-flor voltou para a caverna sem levar ajuda.

O tempo passou novamente.

Muito tempo depois, o beija-flor retornou ao galinheiro. Mas, dessa vez, sua mensagem era dolorosa.

— A irmã de vocês faleceu… Morreu sozinha na caverna… E não há quem a enterre. Não há quem cuide dela.

Naquele instante, um peso caiu sobre todas. Um lamento profundo tomou conta do galinheiro.

Quem estava botando ovo, parou.
Quem estava catando milho, largou as sementes.
Quem estava cuidando dos pintinhos, esqueceu-se dos filhos.

Uma dor imensa apertou seus corações. O arrependimento queimava mais que qualquer veneno. Por que não fui vê-la antes? indagavam elas.

E sem questionar a distância e sem medir o esforço, partiram todas rumo à caverna distante, caminhando juntas, chorando e lamentando. Agora, sim, tinham um motivo forte para ir ao encontro da irmã. Porém já era tarde. Ao chegar em na caverna, não encontraram a galinha.. encontraram uma carta escrita por ela que dizia.

Na vida, muitas vezes, as pessoas não atravessam uma rua para te ajudar enquanto estás vivo. Mas atravessam o mundo para te enterrar quando morres.

E a maioria das lágrimas derramadas no velório, infelizmente, não são de dor ou de pena, mas de remorso e arrependimento.

Autor desconhecido 

quarta-feira, 31 de julho de 2024

Amor próprio!

Seja paciente com você.
Se permita um descanso, um sorriso, um mimo qualquer. 
Esqueça a louça na pia de vez em quando, solte os cabelos, abra a janela, namore o dia, gaste tempo com as pequenezas que lhe trazem paz.
Seja paciente com você.
Não se cobre tanto, não queira acertar sempre, porque o caminho é longo, e os aprendizados, eternos.
Feche os olhos, ouça os sons da tarde caindo, começando outra vez.
É também no silêncio que a vida fala. Pare para escutar.
Desacelera o passo pra ver borboletas, passarinho no ninho, botão querendo ser flor.
É permitido SENTIR.